segunda-feira, 7 de setembro de 2009
o preconceito, minha gente
sexta-feira, 31 de julho de 2009
quarta-feira, 29 de julho de 2009
oh, sem essa.
segunda-feira, 27 de julho de 2009
falando sobre mim...
Então a minha vida (que como disso anteriormente, não é nada cor-de-rosa e não faz parte do comercial da Doriana) sofreu vários abalos de maio para cá. Eu sim tenho muitos motivos para ser depressiva e publicar textos cheios de melancolia. Sabe, ser o tipo de pessoa que vejo por aí se lamentando pelos cantos cobertas de negro (e já postei sobre esse assunto aqui, mas é sempre bom voltar com ele). Afinal, o que estas pessoas possuem de concreto para se sentirem pra baixo? Acredite, nem metade do que passei, mas ainda assim se portam dessa maneira repulsiva e vergonhosa. Como eu desprezo essa gentinha rastejante! Vem viver a minha vida por um dia para sentir exatamente o que é sofrimento, camarada. Mas voltando ao assunto inicial, os tempos ficaram negros por aqui e isso envolve vários problemas. Não sei (ainda) se devo contar exatamente o que se passou. Vou pensar sobre isso, refletir. Sempre que acontece coisas ruins, outras boas surgem e fico contente em notar que a minha inspiração para escrever e criar jamais me abandona, ela está sempre comigo, de modo que produzi bastante e avancei durante esses meses turbulentos e tristes.
SU vai mundo bem, obrigada. Cresceu que foi uma beleza.
O outro livro, que faz parte de outro projeto, esta quase finalizado.
Aham, fiz um twitter e por motivos profisssionais.
novamente
Vejo as pessoas presas ao passado, entregues (Ou seria mergulhadas, buscando na ficção uma felicidade que não conseguem obter? E sabe Deus lá os motivos, afinal existe várias possibilidades. ), iludidas e cegas por vontade própria. Sinto pena, sério, pois é algo que não leva a lugar nenhum. Mas cada um sabe o que é melhor para si, não é? Se acha que mergulhar numa vida que não existe será o melhor caminho, então que mergulhe. Mas tome cuidado para não se afogar...de novo.
Eu tenho pena.
quarta-feira, 18 de março de 2009
Proposta Indecente
Assustei o homem. Sério. Uma das coisas que mais assustam um homem é a palavra “casamento”. Só em ouvir já ficam ouriçados, desconfiados e temerosos. Eu posso entender porque eu mesma fico deste jeito. E se eu, que sou mulher, fico, imagina então um homem! Ainda mais se for um homem desfrutando da flor da juventude e da liberdade. Pois é, eu o assustei com uma proposta destas, de casamento, num destes memoráveis momentos em que eu dou “a louca”. Esta proposta tem um sentido. Não é uma coisa à toa ou motivada por uma paixão fumegante. Não, ela é baseada em algo que pode acontecer e seria uma solução prática que iria favorecer tanto a mim quanto a ele, porém mesmo assim, ele ficou assustado. “Não, eu não penso em me casar!”, disse ele. E eu não sei disso? Estou sabendo, meu caro, porém ainda que consciente eu fiz a proposta e até para saber como você iria reagir. A reação não me surpreendeu. Imagina, receber uma proposta de casamento de mim! Realmente é de assustar. Esqueçam esta coisa de “amor romântico” pois amor que um homem sente por uma mulher (se é que isso existe no mundo real), não acontece no meu histórico. Melhor dizendo, “amor” acontece quando se trata de pessoas “fantasiosas” que caem de pára-quedas na minha vida nada fácil (e nada cor-de-rosa) e constroem (e tentam me levar no embalo) uma ilusão de que tudo magicamente vai dar certo. Eu até fico na torcida, mas lá no fundo, bem lá no fundo, uma vozinha me diz: “Ih, colega, é bom demais para ser verdade. Abre os olhos, acorda!”. Eu passo muito tempo lutando contra esta vozinha insistente, mas no final não é que ela tem razão? Parece que eu sempre vivo o mesmo roteiro. Mas enfim, eu resolvi fazer a tal proposta indecente e até, talvez, absurda, por causa de uns lances particulares. E eu não tenho uma fila de pretendentes - ainda mais na minha idade. Bem, até que poderia surgir um ou outro se eu me dedicasse a arte da sedução (risos) e da busca, porém não é o caso. Se eu contasse em detalhes o que sou e o que faço, alguns oportunistas, interesseiros e canalhas de plantão poderiam surgir, mas eu quero é ficar longe desta corja, por mais que se sintam atraídos por minha pessoa. O que eu quero é ter alguém decente e que saiba honrar com suas promessas. Alguém de palavra, entende? Considero um milagre encontrar um ser humano que me ame como sou, verdadeiramente, sem interesse ou o que quer que seja de negativo. Aí eu fiz a proposta porque ele parece ser a pessoa (do gênero masculino) que está mais próxima do “decente” que eu conheço e está próximo de mim, ainda que morando em outra cidade, e que sabe (pelo menos eu boto fé nisso) quem sou, o que faço e o que planejo. Não é possível que depois de 2 anos ele não saiba, não é? Ademais, eu o amo. Contudo senti que ele ficou balançado emocionalmente com a proposta e não no sentido positivo. Mas veja, só iríamos nos casar se “aquilo” surgisse no caminho e ele logo ficaria “livre” do compromisso indesejável. Não precisa entrar em pânico. Eu sei que ele tem sonhos de ter filhos e netos e não quero privá-lo desta cena do comercial Doriana. Ele não pensa em constituir família agora porque é muito jovem e não tem base financeira necessária para tanto, mas um dia a vontade vai cutucá-lo. Ele vai querer colocar a “sua sementinha” em alguma fêmea saudável como todo macho heterossexual deste planeta. A única ET aqui sou eu. É, sempre fui "a diferente" da turma. Então se ele vai ficar tão assustado a ponto de rezar todos os dias para que eu não volte a tocar neste assunto desagradável, irei procurar outra boa alma para me ajudar.
É tudo.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
"mamãe, eu não tenho estilo"
Olá diário. Voltei. Já é 2009! Ow. E aí me deu aquela "puta" vontade de digitar meus pensamentos. Ok, vamos lá. Estilo: ou você tem ou não tem. É claro. É como talento para escrever. Quem não tem estilo copia o dos outros. É triste, não é minha gente? É triste, mas acontece o tempo todo. Talvez até tenha acontecido comigo, não que eu me recorde. Mas quero "falar" de algumas pessoas que não tem estilo e copiam o dos outros na cara dura. E pior, negam até a morte que tenham feito. BAH! E o que fazemos com estes tipos? Matamos? Não, nós apenas rimos destas pobres almas infelizes. Uma vez enviei para um amigo um parte de uma história de um dos meus livros. Ele leu e releu e depois me disse que eu já tinha um estilo. Achei aquilo tão maravilhoso. Saber que eu me encontrei e que eu tenho um estilo foi um prazer inexplicável. Mas foi sempre assim. Na escola, na faculdade e na net. Sempre tem alguém ou algumas pessoas de olho no meu estilo e copiando. Aí eu aponto e mostro a quem quiser ver. Cara, pelo menos confesse que está me copiando. Tenha esta nobreza. Quantas vezes já me arrependi (aproveitando o assunto) de ter dado dicas de livros para certas almas infelizes? Porque vi que não merecem nem isso. Tisc.
